Eclipse é o obscurecimento total ou parcial do Sol ou da Lua. Chama-se Eclipse pois somente ocorrem na Eclíptica. A cada mês Lunar, a Lua corta a Ecliptica por duas vezes determinando, desta sorte, os nodos ascendente (norte), quando a Lua apresenta mudança da Latitude sul para a norte; e o nodo descendente (sul), quando a mesma muda da Latitude norte para a sul.

Quando a Lua interpõe-se (na Eclíptica), entre a Terra e o Sol e faz conjunção com este, é o chamado Eclipse Solar.

Quando a Terra interpõe-se entre a Lua e o Sol estando estes astros em oposição (na Eclíptica), é o chamado Eclipse Lunar.

Para que haja um Eclipse Solar, é necessário que a Lua Cheia anterior ou posterior também tenha sido um Eclipse. E conforme a distância que os nodos apresentem dos luminares nestas conjunções ou oposições é que se determinará a intensidade destes fenômenos.

O Eclipse Solar

 

Na figura abaixo, que não guarda as reais proporções, está representado um Eclipse Solar. No desenho, pode-se perceber a sombra produzida pela Lua na superfície da Terra durante um Eclipse Total do Sol. 

          A ilustração ao lado indica o aspecto visual do fenômeno, quando observado na zona em que o mesmo seja totalmente visível.  

O Eclipse Lunar

 

Na próxima ilustração, que não guarda as reais proporções, está representado um Eclipse Lunar. No desenho, percebe-se a sombra produzida pela Terra na superfície da Lua durante um Eclipse Total da Lua. 

          Na figura ao lado notamos o aspecto visual do fenômeno, quando observado na zona em que o mesmo seja totalmente visível.  

 

 

 

 

 

Vale lembrar que os gráficos acima, demonstram apenas os Eclipses Totais observados de locais em que o fenômeno  seja visível em 100%. Existem ainda outras classificações para os Eclipses, em que a sombra projetada pelo corpo celeste é parcialmente visível, e outros ainda em que apenas uma tênue sombra é percebida. 

Com relação á gradação dos Eclipses Solares, a conjunção Sol e Lua não deve ocorrer a uma distância superior a de 09º 55' até 11º 15' dos Nodos Lunares (Norte ou Sul) para que ocorra um Eclipse Total e de 11º 15' até 18º 31' dos Nodos Lunares (Norte ou Sul) para que exista um Eclipse Parcial.

 Em se tratando de Eclipses Lunares as distâncias (órbitas), aos Nodos são bem menores;  menos de 03º 45' para  Eclipses Lunares Totais; entre 03º 45' e 06º poderão ser Totais ou Parciais e de 06º até 12º 15' serãp Eclipses Parciais.  

 Há também um outro fenômeno considerado importante em Astrologia que são as Ocultações. Trata-se do evento no qual outros corpos celestes são obscurecidos por outros corpos, particularmente o Sol e a Lua. Podemos dizer que as Ocultações devem ser consideradas como conjunções muito fortes.

A influência destas ocorrências tradicionalmente não é vista com bons olhos, pois sugere que num Tema onde hajam Eclipses e Ocultações, há uma tendência para parcimoniosos desafios.

Há ainda um fato que todo Astrólogo deve observar quando se trata da análise de  Eclipses, e que diz respeito à abordagem de Robert Carl Jansky e os ciclos de Saros.

Os Eclipses obedecem a um ritmo, por isto são totalmente previsíveis. Deve-se, portanto, buscar nos registros a longitude inicial do ciclo em questão e aplicá-la ao Tema que está sendo analisado para poder observar a que tipo de influência se está sujeito neste momento.

Os Eclipses nos Decanatos Os Eclipses nos Decanatos

Veja o Eclipse Vigente